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Evangelho de Domingo: Qual de vós é o maior?

No nosso caminho com o Evangelho de são Marcos, no domingo passado entramos na segunda parte, ou seja na última viagem rumo a Jerusalém e ao apogeu da missão de Jesus. Depois que Pedro, em nome dos discípulos, professou a fé nele, reconhecendo-o como o Messias (cf. Mc 8, 29), Jesus começou a falar abertamente daquilo que lhe acontecerá no fim. O evangelista evoca três predições sucessivas da morte e ressurreição, nos capítulos 9 e 10: nelas, Jesus anuncia de maneira cada vez mais clara o destino que o espera e a sua necessidade intrínseca. O trecho deste domingo contém o segundo destes anúncios. Jesus diz: “O Filho do homem — expressão com a qual se designa a si mesmo — será entregue nas mãos dos homens, e matá-lo-ão; mas ressuscitará três dias depois da sua morte” (Mc 9, 31). No entanto, os discípulos “não compreendiam estas palavras; e tinham medo de lho perguntar” (v. 32). (mais…)

Published: 21/09/2018

As cinco vias da Penitência

São João Crisóstomo ensina-nos:
“Queres que cite as vias da penitência? São muitas, é certo; variadas e diferentes; mas todas levam ao céu:

PRIMEIRA VIA DA PENITÊNCIA: a reprovação dos pecados.
Sê tu o primeiro a dizer os teus pecados para seres justificado (Is 43,25-26). O Profeta tão bem dizia: ‘Confessei contra mim mesmo a minha injustiça ao Senhor, e Ele perdoou a impiedade do meu coração’(Sl 31,5). Reprova também tu aquilo em que pecaste, basta isto ao Senhor para desculpar-te. Quem reprova aquilo em que pecou, custará mais a recair. Estimula o acusador interno, a tua consciência, para que não venhas a ter acusador lá adiante no tribunal do Senhor. Esta primeira, é ótima via de penitência. (mais…)

Published: 30/08/2018

Como criancinhas

O pecado original não é matéria constitutiva do ser humano. Deus não nos criou com o pecado, fomos criados perfeitos, por isso busquemos retornar ao estado original da criação. Sejamos as criancinhas de Deus. Como? Reconhecendo que somos criaturas limitadas e que somos necessitados uns dos outros, na complementaridade, na harmonia e na paz e, por último, desenvolvendo a consciência de que não podemos tudo, no ter, no poder e no prazer. Onipotente, somente Deus! (mais…)

Published: 25/07/2018