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Seu amor me conquistou

Por puríssima graça de Deus, o chamado tem uma força própria que impulsiona o vocacionado a corresponder a essa vocação. Deus nos quis, nos escolheu, nos separou; não porque merecemos, mas, porque Ele é bom…

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Graves consequências dos métodos de regulação artificial da natalidade

Os homens retos poderão convencer-se ainda mais da fundamentação da doutrina da Igreja neste campo, se quiserem refletir nas consequências dos métodos da regulação artificial da natalidade…

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Evangelho de Domingo: Qual de vós é o maior?

Após o segundo anúncio da paixão, os discípulos põem-se a discutir sobre qual deles é o maior. Nós, que somos pequeninos, aspiramos a parecer grandes, a ser os primeiros; enquanto Deus, que é realmente grande, não tem medo de se humilhar e de se fazer último…

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O Martírio

Hoje, façamos memória de alguns Santos mártires, quer dos primeiros séculos da Igreja, quer de um período mais próximo de nós, como Santos André Kim Taegon, Paulo Chong Hasang…

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Dar qualidade ao tempo

Deus olha a qualidade e não a quantidade. Durante meu caminho de conversão, sempre corria muito e fazia muitas coisas ao mesmo tempo, um dia Deus me disse: “as pessoas te admiram, mas não querem ser como tu”…

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Retiro Curado e Liberto para ser Discípulo

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Seu amor me conquistou

“Tudo vem de vós e não oferecemos senão o que temos recebido de vossa mão” (1 Cro 29,14b)

É preciso que o consagrado compreenda o quanto é insuficiente; jamais poderíamos cumprir nossa missão se Deus não nos desse sua graça, dizia o Apóstolo Paulo: “é pela graça de Deus que sou o que sou” (1 Cor 15,10). Quando o consagrado reconhece e aceita a sua infinita pequenez, torna-se mais agradecido ao grande amor de Deus que chama e conduz a vocação até o fim. A Palavra do Senhor diz: “Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.” (Rm 5,8). Por puríssima graça de Deus, o chamado tem uma força própria que impulsiona o vocacionado a corresponder a essa vocação. Deus nos quis, nos escolheu, nos separou; não porque merecemos, mas, porque Ele é bom. (mais…)

Published: 25/09/2018

Graves consequências dos métodos de regulação artificial da natalidade

Os homens retos poderão convencer-se ainda mais da fundamentação da doutrina da Igreja neste campo, se quiserem refletir nas consequências dos métodos da regulação artificial da natalidade.

Infidelidade Conjugal

Considerem, antes de mais, o caminho amplo e fácil que tais métodos abririam à infidelidade conjugal e à degradação da moralidade. Não é preciso ter muita experiência para conhecer a fraqueza humana e para compreender que os homens – os jovens especialmente, tão vulneráveis neste ponto – precisam de estímulo para serem fiéis à lei moral e não se lhes deve proporcionar qualquer meio fácil para eles iludirem a sua observância. É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada. (mais…)

Published: 24/09/2018

Evangelho de Domingo: Qual de vós é o maior?

No nosso caminho com o Evangelho de são Marcos, no domingo passado entramos na segunda parte, ou seja na última viagem rumo a Jerusalém e ao apogeu da missão de Jesus. Depois que Pedro, em nome dos discípulos, professou a fé nele, reconhecendo-o como o Messias (cf. Mc 8, 29), Jesus começou a falar abertamente daquilo que lhe acontecerá no fim. O evangelista evoca três predições sucessivas da morte e ressurreição, nos capítulos 9 e 10: nelas, Jesus anuncia de maneira cada vez mais clara o destino que o espera e a sua necessidade intrínseca. O trecho deste domingo contém o segundo destes anúncios. Jesus diz: “O Filho do homem — expressão com a qual se designa a si mesmo — será entregue nas mãos dos homens, e matá-lo-ão; mas ressuscitará três dias depois da sua morte” (Mc 9, 31). No entanto, os discípulos “não compreendiam estas palavras; e tinham medo de lho perguntar” (v. 32). (mais…)

Published: 21/09/2018